Sivio Miguel Gaspar Roda


Filho de Manuel Alexandre de Jesus Roda e de Maria Celeste Carreira Gaspar do Casal da Ladeira.
O currículo desportivo do Guarda Redes Sílvio Roda é, pelo menos, fora do comum. Formou-se no andebol do atlético Clube da Sesmaria, jogou no Académico de Leiria, e foi campeão da primeira divisão na modalidade na baliza do Francisco da Holanda. Mas, há pouco mais de um ano, transferiu-se directamente para a primeira divisão de Futsal para o SP. Pombal.
Foi chamado pela Selecção Nacional de futsal para ser um dos três guarda redes de Portugal no mundial de Taiwan, que se realizou de 21 de Novembro a 5 de Dezembro de 2004. Já antes participara num torneio internacional que Portugal venceu .Recentemente foi convocado para o lote de jogadores que representou no Portugal Europeu de futsal, que se disputou de 14 a 29 de Fevereiro na republica Checa.
O guarda-redes Sílvio Roda confessa;" Tenho uma característica que pode ter sido importante para eu ser escolhido.
Já vários guarda-redes me disseram que tenho a melhor mão da primeira divisão, isto é, uma boa colocação de bola em jogo. Isso deve-se ao facto de ter jogado andebol muitos anos. No futsal, uma bola bem colocada pelo guarda redes é meio caminho andado para o golo. Já temos ganho alguns jogos com assistências minhas Sou um guarda-redes um pouco diferente do normal no futsal e isso foi importante para a minha convocação. Posso ser uma solução quando os adversários nos pressionam muito e é preciso contra-atacar rápido.
Para o Sílvio Roda um grande abraço de parabéns e votos de muitos sucessos.
Já vários guarda-redes me disseram que tenho a melhor mão da primeira divisão, isto é, uma boa colocação de bola em jogo. Isso deve-se ao facto de ter jogado andebol muitos anos. No futsal, uma bola bem colocada pelo guarda -redes é meio caminho andado para o golo. Já temos ganho alguns jogos com assistências minhas Sou um guarda-redes um pouco diferente do normal no futsal e isso foi importante para a minha convocação. Posso ser uma solução quando os adversários nos pressionam muito e é preciso contra-atacar rápido. Para o Sílvio Roda um grande abraço de parabéns e votos de muitos sucessos.

NOTA. Pedimos que comuniquem os nomes e modalidade de outros valores desportivos que existem na nossa terra. É para nós uma honra prestar-lhes homenagem nas páginas do MAIS ALÉM 

* * . * *

“O desporto para deficientes é quase um enteado do Estado”

Atleta paralímpica
. JORNAL DE LEIRIA (JL) – A sua participação nos Jogos Paralímpicos decorreu dentro das suas expectativas?
Odete Fiúza (OF) – Foi uma participação muito positiva, porque bati o meu recorde pessoal. Chegar ao quarto lugar era a minha ambição, que não ficou muito longe. Foi uma marca bastante assinalável, não só o quinto lugar, mas a marca pessoal, que exprimiu e compensou o trabalho feito durante um ano. Apesar de só ter feito uma prova em Atenas, os 1500 metros, porque não houve 5000 metros, onde sou melhor.

JORNAL DE LEIRIA (JL) – Nos Jogos ainda não conquistou nenhuma medalha, mas já conquistou ouro no Campeonato do Mundo.
OD – A minha melhor marca em Jogos é o quarto lugar, nos 5000 metros, conquistado em Sidney. O desporto para deficientes tem vindo a evoluir bastante e surgiram novos atletas, nomeadamente os africanos. Verifica-se que há um grande investimento e é verdade que as marcas e recordes caíram em Atenas. Tenho tido uma carreira bastante constante e as minhas marcas em termos de competições europeias, mundiais e paralímpicas têm exprimido essa constância no treino.

JL – Fala na evolução que se tem verificado no desporto para deficientes, mas continuam a sentir muitas dificuldades?
OF – Os portugueses têm tendência para se estarem sempre a queixar. O desporto em geral é um parente pobre do Estado, digamos que o desporto para deficientes é quase um enteado. Estamos também a falar de uma realidade recente, pois a Federação Portuguesa para Deficientes foi constituída em 1988. Deparamo-nos ainda com muitas barreiras de mentalidade. Se não ultrapassarmos isso, tudo o resto são trabalhos vãos, porque depois não há receptividade. Em 1995, o Estado consagrou os atletas de alta competição, mas muitas vezes isto surge na lei e não passa do papel. Ao nível dos apoios, verificamos também uma evolução. Neste ciclo olímpico houve um salto significativo, quer por parte da Federação quer pelo Estado, mas continuam a ser reduzidos. A questão das bolsas aos atletas foi uma promessa concretizada, mas não são iguais aos olímpicos e é curioso que este apoio foi recebido quando estávamos a ir para Atenas, em Agosto de 2004, apesar de se reportar a 2003. Louvo esta atitude, mas o meu desejo é que este seja um apoio que se prolongue para Pequim e que seja entregue antes da partida.

JL – Em relação aos prémios também recebem muito depois?
OF – Essa é outra polémica. Os prémios são o reconhecimento do mérito desportivo. A portaria que consagra os atletas deficientes de alta competição surge dois anos depois daquela que se reporta aos ditos normais. A portaria também não consagra prémios iguais aos atletas olímpicos e paralímpicos. Somos penalizados, pois se recebermos mais que uma medalha só a primeira é paga a 100 por cento e a quarta já nem é paga. Uma medalha de ouro olímpica vale cerca de 30 mil euros e uma medalha paralímpica vale dez mil euros.

JL – Sente que os atletas paralímpicos são tratados de forma diferente?
OF – Obviamente. A nossa batalha é tornar todas estas questões mais consistentes de modo a que se possa chegar à igualdade, sem haver um tratamento diferenciado. Mas tem de haver uma assunção clara por parte do Governo, saber se os atletas paralímpicos são de alta competição ou não, ou se será qualquer coisa entre reabilitação e integração. A partir do momento em que está na lei e que o Governo diz que são atletas de alta competição, aí é claro e o Estado tem de assumir os reais encargos.

JL – Já alguma vez se sentiu estigmatizada?
OF – Costumo dizer que sou uma privilegiada. Fui criada no seio de uma família que não só me protegeu, como me criou todas as condições para suprir as dificuldades. Tinha consciência que um dia as coisas iriam ser diferentes. É no mundo do trabalho que as coisas são complicadas. Não sei se é ser estigmatizada ou não, mas sinto que tenho de mostrar mais que os outros. A priori já é uma desvalorização.

JL – Sente-se reconhecida em Leiria?
OF – Não muito. Já corro há 11 anos e já tive grandes êxitos desportivos e penso que não os vivi, talvez porque o desporto para deficientes não era dignificado. Em 2000, a Câmara Municipal de Leiria galardoou-me, na sequência dos Jogos Paralímpicos e foi um acto de reconhecimento público, que me fez sentir muito honrada. Também fui convidada para o Júbilo dos atletas nesse ano e no dia 11 de Dezembro recebi a medalha de mérito da cidade de Leiria. Não sei se gostaria de ser mais ou menos reconhecida, mas seria bom para a cidade, que eu servisse como exemplo para as pessoas e estímulo para a própria actividade desportiva.

JL – Os Jogos de Pequim são o próximo objectivo?
OF – É a meta a quatro anos. A curto prazo são os campeonatos da Europa, na Finlândia, em Agosto. No desporto temos de ir ‘step by step’, como diria um provérbio chinês: “Pequenos passos fazem uma grande caminhada”, e não podemos querer dar um passo maior que a perna. Pequim é a minha meta e talvez o meu fim desportivo. Não é que me sinta velha, mas outros objectivos me chamam.

JL – Os paralímpicos conquistam mais medalhas que os olímpicos. Considera que se houvesse mais condições para os atletas deficientes fosse possível alcançar ainda melhores resultados?
OF – Neste momento, essa questão é prioritária. Se analisarmos os resultados desportivos de Atenas e Sydney, apesar do número de medalhas não ser muito diferente, por exemplo, o atletismo de deficiência visual era uma modalidade que tinha resultados desportivos muito bons. Fomos detentores de recordes do Mundo, Paralímpicos, desde os 200 aos 5000 metros e, neste momento, a deficiência visual trouxe três medalhas. Tem de haver uma renovação de atletas urgentemente e mais investimento. Aqui funcionamos por carolice. Os outros países começaram a investir, mais a sério e a tratar os paralímpicos como atletas de alta competição. Nós não somos tratados assim, apenas no papel.

JL – Pensa fazer alguma coisa pelo desporto para deficientes em Leiria?
OF – Tenho um sonho muito grande. Gostava de lançar a nível nacional um projecto de detecção de valores desportivos transversal a todas as deficiências. No mundo da deficiência há tantos problemas que eu adorava ter um programa de mobilidade, para procurar suprir as dificuldades mais básicas da postura, da aceitação do corpo. O meu sonho era ter um papel nesta área, talvez o papel do desporto escolar falhado ou nunca implementado. Porque a alta competição surge naturalmente e não é para todos.
Elisabete Cruz

Santa Eufemia esteve presente

Atletas Caterina e PatríciaRealizou-se entre os dias 1 e 3 de Dezembro, o XIV Campeonato Ibérico de Orientação Pedestre, em Sabrosa, Vila Real.
A competição envolveu a selecção de Orientação Espanhola e a Portuguesa, constituída por vários atletas de vários escalões, onde se integraram duas jovens da nossa freguesia: Catarina Ruivo e Patrícia Casalinho, ambas da Caxieira.
Estas atletas, que muito se dedicaram a esta modalidade, subiram ao pódio: ambas as jovens foram vice campeãs ibéricas em distância média; Patrícia sagrou-se campeã ibérica em distância longa e sprint ( prova curta ); Catarina conseguiu dois terceiros lugares, em distância longa e sprint.
Note-se que estas jovens começaram a praticar a modalidade, muito cedo, em desporto escolar e rapidamente tomaram gosto pela orientação, o que fez com que se federassem num clube de Leiria ( Clube de Orientação do Centro--COC).
Com muito treino e dedicação, evoluíram e, em 2005 já estavam no campeonato da Europa de Jovens (EYOC), na República Checa. Este ano, em Junho voltaram a vestir as cores de Portugal: Catarina participou, pela segunda vez, no EYOC, desta vez na Eslovénia, e a Patrícia participou no campeonato do mundo de Juniores (JWOC ), na Lituânia.

* * .*
Orientação o que é?


A orientação é um desporto recente em Portugal, mas tem já 100 anos de existência enquanto desporto organizado. É uma das modalidades desportivas que mais tem crescido nos últimos anos em Portugal ! A competição concilia-se com o lazer, num espaço que proporciona um permanente contacto com a natureza. Cada pessoa escolhe o seu ritmo em função dos desafios que determinou, encontrando-se mesma e, simultaneamente, permitindo conhecer novas pessoas, fazer novos amigos.
Na partida, cada praticante recebe um mapa onde estão marcados pequenos círculos que correspondem a pontos de controlo, materializados no terreno pelas "balizas" (primas de cores laranja e branca), que estão acompanhadas de uma estação de uma estação electrónica Introduzindo o seu identificador o praticante comprova a passagem por cada ponto.
A escolha do itinerário entre cada ponto de controlo é uma opção do próprio praticante! Cada ponto é uma meta e, simultaneamente, a partida para um novo desafio. Cruzando prados, ribeiras e florestas, o praticante sente-se parte integrante do espaço que percorre... A velocidade de movimento tem que ser acompanhada pela velocidade do raciocínio para ler o mapa e interpretar a relação mapa/terreno, ponderar sobre as várias opções de itindir!

Catarina Ruivo

Tope da página 

 


 

 IntroduçãoLeiria | Concelho e distrito | Autarquia | Simbolos Hráldicos | Descritivo Histórico | Santa Eufemia | Edifícios Públicos | Um pouco de História Melhoramentos  | Recordando | Gastronomia | Economia | Agricultura | Comércios | Indústria | Lapedo | Caranguejeira e S.ta Eufemia  | Valores da Terra  | Fotos |Algumas Notícias | Agradecimentos | Seus comentários  | E-mail | Festas |Album de fotos | desporto | Ambesse | Notícias 

 

>